quinta-feira, 5 de junho de 2014
Projeto vai garantir acesso à arte e artistas mato-grossenses durante a Copa do Mundo
quarta-feira, 28 de maio de 2014
4º Chapada In Jazz – Festival de Jazz de Chapada dos Guimarães
O tempo árido que moldura e acolhe os ipês em flor com copas amarelas, rosas, roxas e brancas tomam a paisagem linda nesse tempo de seca com as cores vibrantes da família tabebuia, composta pelas variedades da planta no período de setembro. É nesse cenário de primavera que se realiza o 4º Festival de Jazz de Chapada dos Guimarães.segunda-feira, 3 de setembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
CHAPADA IN JAZZ – 3ª Edição
Chapada in Jazz chega a sua terceira edição, concretizando por definitivo a cidades de Chapada dos Guimarães como a casa do Jazz no estado de Mato de Mato Grosso, como de costume o festival tráz a aconchegante e calma Chapada dos Guimarães, grandes nomes do jazz nacional e internacional para fazer do cerrado o palco desta bela homenagem à boa música. Mais do que um encontro de grandes nomes o Chapada in Jazz é um convite a famílias inteiras, por tanto traga sua família, reúna seus amigos e venha ouvir uma boa música.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
VIII Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Enecult)
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Editais aberto
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Revista Época Negócios fala sobre economia criativa e cidades criativas.
Trecho do artigo publicado na edição atual da Época Negócios, abordando o tema economia criativa e cidades criativas.
Fonte: Época Negócios
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Por uma infância sem racismo – Participe desta Campanha!
O UNICEF lançou a campanha “Por uma infância sem racismo“ para alertar à sociedade sobre os 50impactos do racismo na infância e adolescência e sobre a necessidade de uma mobilização social que assegure o respeito e a igualdade étnico-racial desde a infância. Baseada na ideia de ação em rede, a campanha convida pessoas, organizações e governos a garantir direitos de cada criança e de cada adolescente no Brasil.
Os materiais de divulgação da campanha (banners, cartazes, selo para sites e blog e vídeo) estão disponíveis no seguinte endereço eletrônico: www.infanciasemracismo.org.br/divulgue
10 maneiras de contribuir
1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.
2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer.
3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.
4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente.
Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.
5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.
6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.
7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.
8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.
9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.
10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.
Participe!
sábado, 23 de outubro de 2010
Fundos ProCultura
- O ministro da Cultura, Juca Ferreira, lançou, nesta quarta-feira (20), em Brasília, o Plano de Trabalho do Fundo Nacional da Cultura. Com a assinatura, o Ministério da Cultura (MinC) define a aplicação, até o final de novembro, de R$ 300 milhões nos oito novos fundos setoriais. De início, 15 novos editais contemplam os oito fundos (leia os blogs dos fundos setoriais ProCultura, com links de acesso abaixo).
- Os atuais 15 editais receberão, juntos, R$ 87 milhões. Ações viabilizadas por convênios terão R$ 63,93 milhões e outros R$ 30,78 milhões serão usados para financiar bolsas. Até o final de novembro, 22 novos editais participantes do programa ProCultura vão contar com R$ 118,99 milhões.
- Fundos setoriais
- Os novos fundos setoriais tornaram-se possíveis em função da elevação do orçamento do MinC, em 2010, para R$2,2 bilhões. O fortalecimento do Fundo Nacional da Cultura (FNC) faz parte da proposta de mudança da Lei Rouanet.
- Esses fundos promovem uma transição e dialogam com o ProCultura, em tramitação no Congresso Nacional. Os oito fundos setoriais são: Acesso e Diversidade; Ações Transversais e Equalização de Políticas Culturais; Artes Visuais; Circo, Dança e Teatro; Incentivo à Inovação Audiovisual; Livro, Leitura, Literatura e Língua Portuguesa; Música; e Patrimônio e Memória.
- A distribuição dos recursos foi decidida pela Comissão do FNC, após a apresentação das diretrizes e ações aos Comitês Técnicos dos oitos setores. Cada comitê é formado por representantes do Sistema MinC e 10 representantes da sociedade civil, incluindo três especialistas de notório saber.
- Partilha
- Dos R$ 300 milhões que comporão o total dos fundos, o fundo setorial que vai contar com maior investimento será o de Circo, Dança e Teatro, com R$ 66,88 milhões. Já o de Ações Transversais e Equalização de Políticas Culturais, que reúne projetos incluídos em mais de uma área de atividade cultural, contará com R$ 64,6 milhões.
- O fundo setorial de Patrimônio e Memória vai concentrar R$ 33,39 milhões, enquanto o de Artes Visuais ficará com R$ 31,5 milhões, seguido pelo de Música, com R$ 30,44 milhões. O de Audiovisual e o do Livro, Leitura, Literatura e Língua Portuguesa terão R$ 30 milhões cada, e o de Acesso e Diversidade receberá R$ 13,9 milhões.
- FNC garantido para 2011
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, no último mês de agosto, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2011 com uma emenda que protege o Fundo Nacional de Cultura de qualquer forma de contingenciamento.
- O FNC é um fundo público, constituído de recursos destinados exclusivamente à execução de programas, projetos ou ações culturais. O MinC pode conceder este benefício por meio de programas setoriais realizados por edital, ou apoiando propostas que, por sua singularidade, não se encaixam em linhas específicas de ação, as chamadas propostas culturais de demanda espontânea.
- Leia aqui depoimento do ministro da Cultura, Juca Ferreira.
Fundos ProCultura
terça-feira, 5 de outubro de 2010
IV CONCURSO LITERATURA PARA TODOS
BOLETIM Nº 2 - 27 DE OUTUBRO DE 2010
Os escritores brasileiros Luiz Ruffato, Maria Esther Maciel, Cláudio Daniel e Ronaldo Correia de Brito, e o escritor angolano José Eduardo Agualusa, compõem a comissão julgadora que vai avaliar as obras do concurso Literatura para Todos 2010, promovido pelo Ministério da Educação. A pedagoga Fátima Lucília Vidal Rodrigues será a assessora da comissão para as especificidades da educação de jovens e adultos.
O prazo para a inscrição de livros vai até 13 de outubro. Podem apresentar obras literárias escritores brasileiros e africanos de língua portuguesa. O Literatura para Todos deste ano abrange nove gêneros e vai entregar prêmios individuais no valor de R$ 10 mil, em dinheiro, a nove escritores, além de editar e distribuir os livros para milhares de jovens e adultos em processo de alfabetização ou que frequentam turmas da educação de jovens e adultos em todo o país.
Na quarta edição, o concurso vai selecionar duas obras dos gêneros: prosa (conto, novela ou crônica), poesia, texto da tradição oral (em prosa ou em verso); e uma obra do perfil biográfico e dramaturgia. Os concorrentes dos países africanos - Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe - podem escolher uma das cinco modalidades.
As inscrições serão feitas com o envio das obras literárias. No Brasil, o livro deve ser enviado para o endereço: 4º Concurso Literatura para Todos - Ministério da Educação, Esplanada dos Ministérios, Bloco L, sala 209. CEP 70047-900 - Brasília - DF. Os escritores africanos encaminham as obras para as embaixadas do Brasil em seus países.
A página eletrônica da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) traz o Edital nº 5/2010 do Literatura para Todos e um perfil dos neoleitores, elaborado por Elisiane Vitória Tiepolo, mestre em literatura brasileira pela Universidade Federal do Paraná.
Concurso - Criado em 2006, o concurso Literatura para Todos já selecionou 30 títulos. Desde 2008, a coleção integra o Programa Nacional de Biblioteca na Escola (PNBE) do Ministério da Educação. Confira os escritores que integram a comissão julgadora das obras.
Ionice Lorenzoni
Foto: Revista Cult
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Roda de prosa sobre “Cultura Digital para o Brasil seguir mudando”.

A Secretaria Nacional de Cultura do PT e as Redes Sociais da Campanha Dilma Presidente (www.dilmanarede.com.br) convidam para a roda de prosa sobre “Cultura Digital para o Brasil seguir mudando”. O encontro acontecerá no dia 22 de setembro, às 19 horas, no Espaço Cultural Contemporâneo – Ecco Virtual (SCN, quadra 3, bloco C, loja 5 - ao lado do Liberty Mall), em Brasília.
Na pauta, o plano nacional de banda larga, a reforma da lei de direito autoral, o marco civil da internet brasileira e direitos humanos, o fenômeno das lan houses e a produção independente e comunicação comunitária de televisão e rádio.
Ao final do encontro apresentação do Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro.
*O #dilmanarede transmitirá ao vivo esta atividade!
Convidados:
- Rodrigo Savazoni, integra a diretoria do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital; um dos criadores da Casa da Cultura Digital; integrante da Coordenação Executiva do Fórum da Cultura Digital Brasileira e responsável pela gerência de conteúdo da plataforma colaborativa pública CulturaDigital.BR;
- Giselle Beiguelman, midiartista, professora da PUC-SP, Diretora Artistica do Instituto Sergio Motta, idealizadora dos festivais de arte on-line HTTPvideo, HTTPpix e HTTPsom e do Prêmio IWW (Internet World Worst);
- Uiraporã Maia, membro do GT Cultura Digital do Fórum Nacional dos Pontos de Cultura;
- Mário Brandão - presidente associação nacional de lan houses;
- Guilherme Varella, advogado do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) na área de direitos autorais e acesso à cultura e ao conhecimento;
- Alice Campos, vice-presidente Frente Nacional pela Valorização das Tvs do Campo Público - FRENAVATEC;
- Marcelo Branco, coordenador das Redes Sociais da campanha Dilma Presidente;
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Sistematização da Cultura no Centro-Oeste por Elaine Parizzi
Por Elaine Parizzi
Advogada e Gestora Cultural
Elaine Parizzzi advogada e gestora cultura faz uma sistematização sobre a cultura nos seguintes estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goias, Brasilia e Distrito Federal, estados estes que compõe a região Centro-Oeste Elaine aborda em sua analise os seguintes topicos:
· 1.1 Apresentação
A diversidade e os contrastes brasileiros estão presentes na região Centro-Oeste, que tem características únicas, opostas e excêntricas, divididas em seus 4 estados, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Brasília, que possuem juntos um território em km² de 1.612.077,2.
· 1.2 Diagnóstico da realidade cultural.
A cultura do Centro-Oeste brasileiro é bem diversificada, pois recebeu contribuições principalmente dos indígenas, paulistas, mineiros, gaúchos, bolivianos e paraguaios.
· 1.3 Proposições quanto à ação do Ministério na região.
A primeira ação do MinC na região será obter informações de todos Estados que fazem parte desta Regional, unindo interesses e experiências de cada Estado, descentralizando tais informações, com organização, dando publicidade destas ações e entendendo as reais necessidades de cada Estado
· 1.4 Opinião sobre o papel da Regional
O Centro Oeste, região central do nosso País, é uma região rica em todos os sentidos, além de ser uma das maiores regiões em extensão territorial, e a Cultura não é diferente, pois agrega uma diversidade vasta, e grandes eventos culturais, fazem parte do calendário nacional.
PARA VISUALIZAR A VERSÃO COMPLETA CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO
Para melhor visualização clique na imagem acima
Elaine Parizzi é uma das indicadas pelo Estado de Mato Grosso para assumir uma cadeira dentro do MinC na região Centro-Oeste
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Encerra hoje o prazo para as inscrições do 4º FNM.

O 4º Fórum Nacional de Museus (FNM) que será realizado em Brasília, no período de 12 a 17 de julho, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, terá como tema Direito à Memória, Direito à Museus. As inscrições podem ser feitas pelo site www.4forumnacionaldemuseus.com.br, até o dia 5 de julho.
A reunião, que acontece a cada dois anos, tem como objetivo mobilizar, refletir, avaliar e estabelecer diretrizes para a Política Nacional de Museus, desenvolvendo e fortalecendo o campo museal brasileiro. Nesta edição, serão elaboradas e aprovadas as diretrizes do Plano Nacional Setorial de Museus que beneficiará as instituições museológicas a longo prazo.
Na página eletrônica do 4º FNM é possível acessar documentos importantes para o segmento museau e para a área cultural efetuar as inscrições on line, enviar trabalhos, conferir a programação e acompanhar todas as informações do evento, tais como:
- Regimento Interno do 4° Fórum Nacional de Museus;
- Projeto de Lei nº 6.835/2006, que institui o Plano Nacional de Cultura;
- as propostas da II Conferência Nacional de Cultura; e
- as estratégias eleitas na I Pré-Conferência de Museus e Memórias.
Leia o Boletim Especial do 4º FNM.
Saiba mais: www.museus.gov.br.
Informações sobre o 4º FNM pelo e-mail forumnacionaldemuseus@museus.gov.br; ou na Assessoria de Comunicação do Ibram/MinC: boletim@ibram.gov.br.
(Fonte: Assessoria de Comunicação Ibram/MinC)
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Cultura Hip-Hop em Ação no último final de semana.
Com o objetivo de esclarecer as principais dúvidas sobre o Prêmio, a AMISCIM realizou no último dia 12 no Pontão Ação Cultural em Rede a oficina de capacitação para os artistas, produtores, coletivos, pontos de cultura e demais integrantes do Movimento Hip Hop do estado de Mato Grosso. A oficina contou com a presença do Técnico da Ação Eduativa (SP), Adriano Jesus.
Para ver mais fotos clique aqui
domingo, 6 de junho de 2010
Edital de Teatro para Infância e Juventude.
Justificativa para o uso do nome: Uma das primeiras a interpretar a Emília, do seriado "O Sítio do Pica-Pau Amarelo" - traz à lembrança de gerações de brasileiros a mais carismática das personagens de um clássico da teledramaturgia nacional. Desbocada, atrevida e maquinativa, a boneca de pano acompanhou a popularização da televisão no Brasil e provocou a imaginação de milhares de crianças e principalmente ajudou alavancar para o grande público a significativa obra de Monteiro Lobato. Além de Emília, ela também participou de importantes projetos para a infância. Destaque para as suas atuações em Pluft, o fantasminha (no papel de Pluft – a personagem mais famosa de toda a obra de Maria Clara Machado) em 1965 no cinema, e em 1975 na mini-série da Rede Globo. E também nos filmes “Simão o fantasma trapalhão” (1998) e em "Xuxa em sonho de menina" (2007), entre outros.
Clique na Imagem para baixar o Edital
domingo, 7 de junho de 2009
Debate em São Paulo
Ministro Juca Ferreira apresenta Nova Lei Rouanet a juristas, nesta segunda-feira, dia 8Patrícia Saldanha/Comunicação Social/MinC.
Foram convidados a participar do evento o ministro da Educação, Fernando Haddad; o presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Ubiratan Aguiar; o representante da Advocacia-Geral da União, ministro José Antônio Tofolli; o presidente da AASP, Fábio Ferreira de Oliveira; a professora doutoura Maria Victoria Benevides, da FEUSP; o professor da Universidade de Campinas (Unicamp), Renato Ortiz; e o representante da Organização Não Governamental Transparência Brasil, Cláudio Weber Abramo.
Pelo Ministério da Cultura, além do ministro Juca Ferreira, devem participar dos debates o secretário executivo, Alfredo Manevy; o presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Sérgio Mamberti; o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Roberto Nascimento; o secretário da Identidade e da Diversidade Cultural, Américo Córdula; o secretário executivo adjunto, Gustavo Vidigal; e a consultora Jurídica do MinC, Maria Beatriz
Comunicação SID/MinC
quinta-feira, 26 de junho de 2008
EBC propõe reunião com entidades do audiovisual
Em nota enviada a entidades representativas do audiovisual, a direção da Empresa Brasil de Comunicação - EBC, gestora da TV Brasil, procura acalmar o setor após a saída de Orlando Senna da direção-geral da emissora, assim como do ex- diretor de relacionamento e rede Mario Borgneth. A nota reafirma “o compromisso com uma programação diferenciada, baseada no modelo que já temos praticado nestes oito meses de gestão: a combinação entre produções próprias, co-produções, produções independentes e produções regionais advindas das emissoras públicas associadas”. Por fim, a direção da EBC diz considerar “legítima e natural” a inquietação do setor e promete dialogar com as entidades representativas do setor em uma reunião, “em oportunidade que for para todos conveniente”. O documento é assinado pela diretora-presidente da EBC, Tereza Cruvinel, e por Leopoldo Nunes, diretor de programação e conteúdo da TV Brasil. Veja a íntegra da nota: NOTA DA DIREÇÃO DA TV BRASIL ÀS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO SEGMENTO AUDIOVISUAL
No momento em que ocorrem mudanças na diretoria da Empresa Brasil de Comunicação - EBC, gestora da TV Brasil, queremos reafirmar os compromissos originários com a construção de um canal público, democrático, independente e pluralista, subordinado ao controle da sociedade civil, comprometido com a diversidade cultural e regional, com o direito à informação e preocupado com a formação da cidadania. Todos somos passageiros nas instituições. Fundamental é trabalhar para que se tornem perenes.
As mudanças ocorridas na diretoria expressam problemas administrativos, inerentes a uma empresa pública, que não significam mudança nas políticas fundamentais. Já reiteramos às TVs do campo público que daremos continuidade aos entendimentos para a construção da rede pública de televisão. Reafirmamos, também, o compromisso com uma programação diferenciada, baseada no modelo que já temos praticado nestes oito meses de gestão: a combinação entre produções próprias, co-produções, produções independentes e produções regionais advindas das emissoras públicas associadas.
Persistimos no esforço para viabilizar o programa Imagens do Brasil como instrumento de fomento e estímulo à produção independente para a TV Pública. Consideramos legítima e natural a inquietação do setor com a saída do diretor-geral Orlando Senna e do diretor Mario Borgneth, bem como os receios de ruptura conceitual e mudança de orientação. Para além deste esclarecimento, será de nosso interesse materializar este diálogo numa reunião com as entidades representativas do setor, em oportunidade que for para todos conveniente.
Tereza Cruvinel Diretora-presidente da EBC Leopoldo Nunes Diretor de Programação e Conteúdo Da Redação.
http://www.telaviva.com.br/News.asp?ID=89994
Deputado quer audiência para debater concessões de TVs
Os processos da Globo somam-se aos mais de 300 pedidos de renovação de concessões de rádio e TV que chegaram à Câmara neste ano. Segundo Pinheiro, a audiência pública servirá para discutir também a proposta de novas regras, que vem sendo elaborada pela comissão, para tornar mais transparente o processo de concessões de outorgas. Ele avalia que não haverá tempo para fazer a audiência pública antes do recesso parlamentar de julho. Os pedidos da Globo são para renovar as concessões por mais 15 anos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Recife. A documentação foi apresentada pela empresa no ano passado ao Ministério das Comunicações, que fez uma análise técnica dos dados exigidos. Com o aval do ministério, os processos seguiram, então, para o Palácio do Planalto, e encaminhados em seguida ao Congresso.
O deputado Jorge Bittar (PT-RJ), relator do processo sobre a concessão da TV Globo/Brasília, concorda com Walter Pinheiro, que deve ser feita uma audiência pública - como foi sugerido no ano passado - para casos de grandes emissoras. "É um bom momento para discutir outorgas e o mundo da TV aberta no Brasil, sobretudo quando se está num processo de digitalização da rede", disse Bittar, referindo-se à implantação da TV digital Bittar, que é relator na comissão do projeto de lei que propõe novas regras para a TV por assinatura, fez questão de afirmar que não há relação entre o projeto de lei e os pedidos de renovação da emissora. "São coisas completamente distintas.
O projeto não toca no tema da radiodifusão", frisou. O deputado Júlio Semeghini (PSDB-SP), relator do processo de renovação da TV Globo/Rio, disse que pretende apresentar seu parecer antes do recesso parlamentar de julho. Ele adiantou que já solicitou as informações apresentadas pela empresa ao ministério, e que, a princípio, os documentos atendem às exigências estabelecidas na legislação, como tempo dedicado à programação educativa, participação e apoio a campanhas públicas, de vacinação, por exemplo. Semeghini disse irá consultar os demais relatores para ver se será necessário discutir o assunto em reunião aberta com a sociedade.
Para a relatoria da concessão da TV Globo/São Paulo foi indicado o deputado Billac Pinto (PR-MG); para a de Belo Horizonte, Miro Teixeira (PDT-RJ), e de Recife, José Rocha (PR-BA). Depois de votados na Comissão de Ciência e Tecnologia, os processos seguem para a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e depois para o Senado. Os processos só vão ao plenário quando recebem relatório pela rejeição, o que nunca ocorreu na Câmara. Com mais de um terço dos parlamentares proprietários de emissoras e rádio e TV, a aprovação dos pedidos de outorgas ou de renovação de concessões é, tradicionalmente, ponto pacífico. As regras também contribuem para dificultar a rejeição, já que exigem um quorum qualificado de 308 votos para vetar um pedido, o mesmo utilizado para a votação de emenda constitucional.
O maior problema identificado por deputados e que deverá ser combatido pela comissão é o arrendamento de espaço na grade de programação das emissoras para outros grupos que não são da empresa detentora da concessão. Mas este problema, adiantam os deputados, não é verificado no caso da Globo.
Festival Internacional de Cinema de Morelia, no México
O Brasil tem uma vaga entre os 30 participantes das oficinas (17 mexicanos e 13 de outros países da América Latina), que concorrerão a dois prêmios equivalentes a R$ 7.770,00 para o desenvolvimento dos projetos apresentados na inscrição. O Morelia LAB DOC 2008 vai oferecer aos selecionados a participação nas sessões de oficinas e debates, transporte de ida e volta da Cidade do México para Morelia, além de hospedagem, café da manhã e almoço na cidade. O objetivo do Festival é proporcionar um local de encontro entre documentaristas mexicanos e latino-americanos, gerando reflexão sobre as perspectivas do documentário no México e propiciando intercâmbio de experiências. No ano passado, a selecionada brasileira foi Suzana Markus (Carabina Filmes, MG), com o longa-metragem de ficção O Homem da Cabeça de Papel. Seu projeto ficou em segundo lugar, ganhando o prêmio de desenvolvimento do Morelia LAB.
Foi a primeira participação do Brasil nestas oficinas, que alternam edições para projetos de ficção e documentário. Inscrições Até 31 de julho, os interessados devem realizar uma pré-inscrição via e-mail. Até 15 de agosto, os documentos de inscrição - currículo, proposta de documentário, orçamento e carta de motivações - deverão ser enviados à Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura em formato PDF. Os resultados serão divulgados em 8 de setembro. Todas as informações para inscrições podem ser encontradas aqui. Os nomes dos participantes selecionados estarão disponíveis a partir de 8 de setembro e serão publicados nos portais do MinC (www.cultura.gov.br), do IMCINE (www.imcine.gob.mx), SOGEM (www.sogem.org.mx) e do Festival Internacional de Cinema de Morelia (www.moreliafilmfest.com).
http://www.cultura.gov.br/site/2008/06/23/inscricoes-abertas
O lado sustentável de cada um
Uma parcela significativa, 21%, relaciona o tema apenas a um dos pilares, o ambiental – aliás, prática muito comum também entre os empresários. Outro conceito difundido, talvez mais próximo da nossa realidade, é o de “adotar práticas no presente que não comprometam as gerações futuras”. Esse conceito nos leva a pensar e questionar as nossas práticas e como estamos colaborando nesse processo. Muitas vezes, temos noção dos riscos ocasionados pelas mudanças climáticas, temos opinião formada a respeito do protocolo de Kyoto e conseguimos identificar aspectos falhos no atual modelo de crescimento econômico global. Porém, não conseguimos perceber o nosso papel nessa engrenagem. Não entendemos que somos protagonistas e vítimas de nossas ações.
Que somos formandos e formadores de um processo maior de transformação econômica, social e ambiental. Nossas práticas revelam quem somos e no que acreditamos. Precisamos de lideranças empresariais, políticas e sociais comprometidas com as mudanças que uma sociedade sustentável exige e, acima de tudo, capazes de conduzir esse processo. Porém, precisamos também começar a fazer a nossa parte. Somos responsáveis em exigir práticas macroeconômicas éticas, mas também em sermos éticos nas pequenas decisões econômicas que gerenciamos nas nossas relações interpessoais, nos nossos lares, nos nossos ambientes de trabalho. Somos responsáveis por reivindicar a preservação dos nossos ecossistemas, mas também por adotar o consumo consciente para minimizar o descarte de produtos na natureza.
Somos responsáveis por cobrar políticas sociais eficientes sem interesses meramente eleitorais, mas também temos de nos sentir instigados a compartilhar o nosso conhecimento em prol do desenvolvimento do outro. No século passado, certamente para falar de outro tema, o pacifista Mahatma Gandhi nos sinalizou com o caminho a ser trilhado para garantirmos a sustentabilidade de nossas ações: “Seja a mudança que você deseja ver no mundo.” *Cláudia Calais é gerente de projetos da Fundação Bunge, entidade social das empresas Bunge do Brasil.

